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sábado, 3 de agosto de 2013
Ela sonhou que eu morri
Ela Sonhou que eu Morri - documentário nacional sobre estrangeiros presos no Brasil. Não tinha ouvido falar nesse filme, fiz uma busca rápida por documentários no netflix e me interessei pela história. Muito simples, porém bem complexo. Nossos destinos já estão traçados quando nascemos? Ou tudo é uma questão de sorte ou azar?
Mais informações: http://www.cameraescura.com.br/2011/07/ela-sonhou-que-eu-morri-festival-de.html
terça-feira, 30 de julho de 2013
The Mistery of Mercy Close - Marian Keyes
Acabei de ler o último livro de Marian Keyes, muito divertido! :)
Como a mais nova das cinco meninas Walsh, Helen teve dificuldades para encontrar o seu caminho no mundo. Com 33 anos, o seu trabalho
domingo, 21 de julho de 2013
Maria Rita - Redescobrir
Ontem fui ao show Redescobrir da Maria Rita - cantando Elis. Que coisa mais linda! Fiquei anestesiada! Fazia tempo que eu não me emocionava tanto num show.
Ouço as músicas da Elis desde criança, por influência dos meus pais - e ver pela primeira vez aquelas músicas sendo tocadas ao vivo, com um som perfeito (ótimos músicos e a qualidade do som perfeita) e a voz que mais se aproxima da voz de Elis, foi simplesmente emocionante.
O repertório é ótimo e a Maria Rita está solta, a vontade. Conversa com o público, compartilha histórias, faz caras e bocas e se emociona. Enfim, é um show completo de deixar qualquer fã de Elis, de boca aberta e sem palavras.
Quando se vai a um show desses, esquece-se de tudo. Dos problemas, das contas, das responsabilidades. Entra-se num transe - como o de Maria Rita - e quando saímos estamos mais leves porém preenchidos e é por momentos pequenos e intensos como esse que vale a pena estar vivo.
Obrigada Maria Rita.
Viva Elis Regina.
Ouço as músicas da Elis desde criança, por influência dos meus pais - e ver pela primeira vez aquelas músicas sendo tocadas ao vivo, com um som perfeito (ótimos músicos e a qualidade do som perfeita) e a voz que mais se aproxima da voz de Elis, foi simplesmente emocionante.
O repertório é ótimo e a Maria Rita está solta, a vontade. Conversa com o público, compartilha histórias, faz caras e bocas e se emociona. Enfim, é um show completo de deixar qualquer fã de Elis, de boca aberta e sem palavras.
Quando se vai a um show desses, esquece-se de tudo. Dos problemas, das contas, das responsabilidades. Entra-se num transe - como o de Maria Rita - e quando saímos estamos mais leves porém preenchidos e é por momentos pequenos e intensos como esse que vale a pena estar vivo.
Obrigada Maria Rita.
Viva Elis Regina.
sábado, 20 de julho de 2013
Os Amantes Passageiros
Assisti ontem o último filme do Almodovar - Os Amantes Passageiros - engraçadíssimo, super gay e exagerado, do jeito que a gente gosta :)
Diretor diverte plateia com puro besteirol, que lembra primeiros trabalhos.
Almodóvar volta à comédia absurda em 'Amantes passageiros'
Diretor diverte plateia com puro besteirol, que lembra primeiros trabalhos.
Filme mostra confusões sexuais de passageiros presos em avião.
O bom e velho Almodóvar está de volta. Aquele Almodóvar anárquico, politicamente incorreto, que expressa o coração de uma Espanha que não se parece em nada com o daquele país que se endividou para sentar na janelinha do Airbus europeu e hoje amarga os resultados de uma profunda crise econômica.
Quem esperou para ver um trabalho autoral do diretor espanhol, que já tem dois Oscars na prateleira (de melhor filme estrangeiro, por "Tudo sobre minha mãe", e de roteiro original, por "Fale com ela"), pode até se decepcionar com "Os amantes passageiros".
Pedro Almodóvar está apenas interessado em divertir a plateia com uma comédia absurda, de puro besteirol e que lembra muito seus primeiros trabalhos, como "Pepi, Luci, Bom e outras garotas de montão", "Labirinto de paixões" e "Maus hábitos".
O diretor, agora cult e sofisticado, parece ter dado um tempo nos trabalhos mais "sérios" e redespertado seu alter ego da "movida" madrilenha. Como se nos alertasse: "Continuo o mesmo".
É preciso estar de mal com o mundo para não dar boas risadas com a louca tripulação de um avião que deixa a Espanha com destino ao México e, no meio do caminho, tem que mudar os planos de vôo, pois descobre que o trem de aterrissagem não funciona.
O motivo do problema vai aparecer logo nas primeiras cenas, com uma ponta afetiva de Antonio Banderas e Penélope Cruz. Mas como contar a situação de emergência para os passageiros sem causar pânico a bordo? A tática escolhida é que vai permitir que apenas alguns personagens fiquem em evidência.
A solução é muito original e não pode ser revelada sob pena de estragar a surpresa.
O que pode ser dito é que jamais houve uma tripulação e passageiros tão bizarros como os que estão a bordo dessa companhia fictícia, incluindo uma mulher de meia-idade ainda virgem (Lola Dueñas), com poderes paranormais, um matador de aluguel (José Maria Yazpik) e a dona de uma rede de bordéis frequentada pelo alto escalão da política espanhola (Cecilia Roth).
Ainda, um casal de namorados em êxtase sexual (Laya Martí e Miguel Ángel Silvestre) e um astro de novelas mulherengo (Guillermo Toledo) que acabou de abandonar a namorada (Paz Vega), a qual está prestes a cometer suicídio. Sem contar o piloto (Antonio de la Torre) e o co-piloto (Benito Morón) e seus imbróglios sexuais.
Três comissários, gays afetadíssimos (Javier Cámara, Carlos Areces e Raúl Arévalo), aproveitam a confusão a bordo para servir bebidas e drogas à tripulação e à primeira classe, além de distraí-los com um impagável número musical, usando a canção "I'm so Excited", das Pointer Sisters.
Segredos conjugais e traições são revelados e colocam tripulação e passageiros em uma cumplicidade completamente absurda. Só nos resta soltar o cinto (isso mesmo!) e embarcar nesse vôo anárquico típico do universo almodovariano.
(Por Luiz Vita, do Cineweb)
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Receita de Miojo
Estava lendo a minha descrição no blog e me deparei com: viciada em miojo. Eu continuo sendo viciada em miojo, mas nunca escrevi nada aqui a respeito..... então hoje vou dar a receita do meu miojo favorito.
Será necessário:
- 1 pacote de miojo (qualquer sabor, não vamos usar o tempero)
- 20 g de linguiça sadia (pode ser outra marca, eu sempre compro a defumada da sadia, vem 4 na embalagem)
- Requeijão (a gosto)
Modo de Preparo:
Deixe o miojo cozinhar por uns 10 minutos, eu gosto dele quase desmanchando. Enquanto o miojo cozinha, eu corto a linguiça defumada em pedacinhos bem pequenos. Num prato que possa ir ao microondas, envolto no papel toalha, coloque os pedaços de linguiça, 20 segundos na potência máxima. Fica bem fritinho e faz bem menos sujeira que usando uma frigideira.
Retire o miojo do fogo, escorra a água e misture o requeijão, depois a linguicinha.
Se gostar de queijo ralado, pode colocar também.
Está pronto!
E delicioso.
Bom apetite!
Será necessário:
- 1 pacote de miojo (qualquer sabor, não vamos usar o tempero)
- 20 g de linguiça sadia (pode ser outra marca, eu sempre compro a defumada da sadia, vem 4 na embalagem)
- Requeijão (a gosto)
Modo de Preparo:
Deixe o miojo cozinhar por uns 10 minutos, eu gosto dele quase desmanchando. Enquanto o miojo cozinha, eu corto a linguiça defumada em pedacinhos bem pequenos. Num prato que possa ir ao microondas, envolto no papel toalha, coloque os pedaços de linguiça, 20 segundos na potência máxima. Fica bem fritinho e faz bem menos sujeira que usando uma frigideira.
Retire o miojo do fogo, escorra a água e misture o requeijão, depois a linguicinha.
Se gostar de queijo ralado, pode colocar também.
Está pronto!
E delicioso.
Bom apetite!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Junqueirópolis
Nesse feriado fui a Junqueirópolis, cidade da minha mãe que fica cerca de 670 km de São Paulo.
Fazia mais de dez anos desde minha última visita, mas a cidade não mudou muita coisa.
Também não quero discorrer aqui sobre a cidade, que não tem nada de diferente. É mais uma dessas milhares de cidadezinhas pequenas do interior de São Paulo, onde muita gente ainda vive da roça. O que tem de especial lá é parte da minha família que nunca moraram em outro lugar.
Tios-avós, primos de terceiro grau, filhos dos primos, enfim, uma gentarada. Ficamos hospedadas na casa da minha tia Isabel, minha tia-avó, irmã mais velha da minha vó por parte de mãe. Ela tem 86 anos e só se mudou da roça para cidade, mas sem sair de Junqueirópolis. Ela tem mais disposição que todas as senhoras de São Paulo que eu conheço juntas. Sem exagero. Anda pra lá e pra cá, faz comida, lava louça, lava roupa na mão (máquina é frescura, ela disse que ainda em força pra torcer a roupa na mão), caminha embaixo do sol escaldante, enfim, faz todas as atividades de uma pessoa que mora sozinha.
Com ela visitamos alguns parentes e conhecidos, como as três irmãs solteiras, que tem casa na cidade e tem também sítio. No sítio, onde o Fidel quase levou um coice de uma vaca, conheci o pai delas, um senhor muito simpático de 87 anos, que estava colhendo café quando a gente chegou. Explicou que não faz pelo dinheiro, mas por sentir vontade de trabalhar, ele disse: Eu gosto muito de trabalhar na terra, não penso em parar. Enquanto tiver disposição, vou continuar. Além de trabalhar, aos sábados ele pega o carro e vai pros bailes dançar. E vc aí cansado?! ;)
Meu tio-avô também me fez parar pra pensar. Ele tem 80 anos, nos levou pra visitar o lugar onde ficava o sítio que minha família morava, onde minha mãe e minhas tias nasceram e viveram a infância toda. A terra foi arrendada para plantação da cana e não restou mais nenhuma casa pra contar história. Ele contou com lágrima nos olhos que quando a usina arrancou o pé de coqueiro que ele plantou ele chorou feito criança. E finalizou: É muita mudança na vida da gente! Fomos no carro dele, que ele dirige muito bem por sinal e não precisa usar óculos. Ele não tem porte de idoso, está super bem de saúde, magro e muito disposto. Aproveitou a visita e colheu do pé vários legumes fresquinhos da horta dele, tudo fresco e sem agrotóxico.
Esses dias convivendo e conversando com pessoas tão simples e tão felizes, me fizeram parar e pensar bastante sobre a vida que a gente leva, sobre as coisas que damos tanta importância e as coisas que são realmente importantes. Senti até vergonha de ser tão fútil e materialista. Pensei bastante em como os velhos que moram no interior parecem ser muito mais livres e felizes que os velhos que moram em São Paulo.
Meus parentes conhecem quase todo mundo na cidade. Podem andar tranquilos pela rua, deixar as janelas abertas. As pessoas se frequentam, se preocupam umas com as outras. Fazem doce e convidam os vizinhos pra comer. Lá eles tem o grupo da terceira idade, que promove jogos, bailes, viagens, enfim, várias maneiras de fazer o pessoal se encontrar e se distrair. O que eles tem lá é qualidade de vida.
Meu tio-avô veio conversar comigo e me disse: - Sabe Fernanda, aqui a gente não tem grandes empresas, nem muito dinheiro, mas aqui todo mundo nos conhece, viajamos durante duas semanas e ninguém mexeu em nada na nossa casa. Nós temos essa vista linda e nós temos ar puro. Isso também tem o seu valor, não é?
Tem sim, tio Zé, ô se tem.........
Fazia mais de dez anos desde minha última visita, mas a cidade não mudou muita coisa.
Também não quero discorrer aqui sobre a cidade, que não tem nada de diferente. É mais uma dessas milhares de cidadezinhas pequenas do interior de São Paulo, onde muita gente ainda vive da roça. O que tem de especial lá é parte da minha família que nunca moraram em outro lugar.
Tios-avós, primos de terceiro grau, filhos dos primos, enfim, uma gentarada. Ficamos hospedadas na casa da minha tia Isabel, minha tia-avó, irmã mais velha da minha vó por parte de mãe. Ela tem 86 anos e só se mudou da roça para cidade, mas sem sair de Junqueirópolis. Ela tem mais disposição que todas as senhoras de São Paulo que eu conheço juntas. Sem exagero. Anda pra lá e pra cá, faz comida, lava louça, lava roupa na mão (máquina é frescura, ela disse que ainda em força pra torcer a roupa na mão), caminha embaixo do sol escaldante, enfim, faz todas as atividades de uma pessoa que mora sozinha.
Com ela visitamos alguns parentes e conhecidos, como as três irmãs solteiras, que tem casa na cidade e tem também sítio. No sítio, onde o Fidel quase levou um coice de uma vaca, conheci o pai delas, um senhor muito simpático de 87 anos, que estava colhendo café quando a gente chegou. Explicou que não faz pelo dinheiro, mas por sentir vontade de trabalhar, ele disse: Eu gosto muito de trabalhar na terra, não penso em parar. Enquanto tiver disposição, vou continuar. Além de trabalhar, aos sábados ele pega o carro e vai pros bailes dançar. E vc aí cansado?! ;)
Meu tio-avô também me fez parar pra pensar. Ele tem 80 anos, nos levou pra visitar o lugar onde ficava o sítio que minha família morava, onde minha mãe e minhas tias nasceram e viveram a infância toda. A terra foi arrendada para plantação da cana e não restou mais nenhuma casa pra contar história. Ele contou com lágrima nos olhos que quando a usina arrancou o pé de coqueiro que ele plantou ele chorou feito criança. E finalizou: É muita mudança na vida da gente! Fomos no carro dele, que ele dirige muito bem por sinal e não precisa usar óculos. Ele não tem porte de idoso, está super bem de saúde, magro e muito disposto. Aproveitou a visita e colheu do pé vários legumes fresquinhos da horta dele, tudo fresco e sem agrotóxico.
| Tudo Fresquinho :))) |
Meus parentes conhecem quase todo mundo na cidade. Podem andar tranquilos pela rua, deixar as janelas abertas. As pessoas se frequentam, se preocupam umas com as outras. Fazem doce e convidam os vizinhos pra comer. Lá eles tem o grupo da terceira idade, que promove jogos, bailes, viagens, enfim, várias maneiras de fazer o pessoal se encontrar e se distrair. O que eles tem lá é qualidade de vida.
| A vista bonita e o ar puro |
Tem sim, tio Zé, ô se tem.........
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Perdendo Dentes
Sexta-feira tirei dois dentes do siso - ainda tenho que tirar os outros dois - e fiquei de molho em casa, fazendo compressa, tomando sorvete e essas coisas que a gente tem que fazer pra não ficar com as bochechas inchadas (entre outros probleminhas que podem acontecer).
Assisti dois filmes na sexta, dois no sábado e um no domingo.
1. 500 dias com ela
Clássico, um dos meus filmes favoritos dos últimos anos.
"boy meets girl, boy falls in love, girl don't"
Acho que é o filme com que eu mais me identifiquei na vida. Tem as 5 estrelas de acordo com o ranking thoughtandwordiano :)
Assisti dois filmes na sexta, dois no sábado e um no domingo.
1. 500 dias com ela
Clássico, um dos meus filmes favoritos dos últimos anos.
"boy meets girl, boy falls in love, girl don't"
Acho que é o filme com que eu mais me identifiquei na vida. Tem as 5 estrelas de acordo com o ranking thoughtandwordiano :)
Filme de estreia do diretor Marc Webb, mais conhecido por ter
dirigido videoclipes de bandas moderninhas como Weezer, Green Day, P.O.D e My
chemical Romance, 500 dias com Ela ((500) Days of
Summer, 2009) é uma grata surpresa. Conciliando uma narrativa muito parecida com a dos videoclipes em que o diretor
esta habituado a realizar, com um bom roteiro sem muitas pretensões o filme é uma boa pedida
tanto para casais felizes, quanto para solteiros desiludidos.
O filme conta a história de Tom Hansen (Joseph
Gordon-Levitt), pacato funcionário de uma empresa que confecciona cartões
comemorativos. Sua vida muda quando se apaixona por sua nova colega de trabalho
chamada Summer (Zooey Deschanel), daí o trocadilho (não traduzido) do título em
inglês.
Os dois vivem um relacionamento comum como qualquer outro, com altos e baixos e idas e vindas, estes são apresentados de forma muito competente, com a utilização de pulos temporais que percorrem os 500 dias da relação. Neste período, brigas e momentos felizes são mostrados de forma não cronológica.
Os dois vivem um relacionamento comum como qualquer outro, com altos e baixos e idas e vindas, estes são apresentados de forma muito competente, com a utilização de pulos temporais que percorrem os 500 dias da relação. Neste período, brigas e momentos felizes são mostrados de forma não cronológica.
Talvez o método com que o filme foi editado seja o grande
mérito da película, conseguindo deixar o filme enxuto, fazendo com que seus 90
minutos sejam bastante agradáveis, mesmo contando uma história com um certo
grau de melancolia .Sentimento revelado assim que o filme começa com o
uso de um letreiro, já nos indicando que não se trata de uma história de
amor com cara de flores e caixas de bombom.
O filme também faz referências a clássicos do cinema
como O Sétimo Selo, Annie Hall e Ano Passado em Marienband ,
combinando este estilo com o de alguns sucessos mais recentes comoAlta
Fidelidade, Juno e Harry e
Sally – Feitos um Para o Outro, tudo isto aliado a uma trilha
sonora "Cool" e diálogos interessantes.
O filme ainda conta com algumas sequências memoráveis, como a da festa de Summer, em que são mostrados paralelamente o que seria a festa sobre o ponto de vista da expectativa de Tom e o que realmente ocorreu nela ou a ótima sequência em que Tom dança em plena cidade após sua primeira noite de amor com Summer, expondo de forma brilhante o estado de espírito do personagem.
O filme ainda conta com algumas sequências memoráveis, como a da festa de Summer, em que são mostrados paralelamente o que seria a festa sobre o ponto de vista da expectativa de Tom e o que realmente ocorreu nela ou a ótima sequência em que Tom dança em plena cidade após sua primeira noite de amor com Summer, expondo de forma brilhante o estado de espírito do personagem.
Ainda não posso dizer se o diretor Marc Webb será ou não
um grande diretor, mas seu primeiro longa esta muito acima da média, espero que
seu próximo filme seja tão original quanto 500 Dias com Ela,
pois são poucos os realizadores com trabalhos autênticos ultimamente.
2.
Mar Adentro
Outro favorito no ranking
thoughtwordiano. Ótimos
atores, história muito bem contada sobre um assunto muito delicado e polêmico,
sem deixar de ser belo e poético.
Ramón (Javier
Bardem) é um tetraplégico que está preso a uma cama há trinta anos. A sua única
janela para o mundo é a do seu quarto, perto do mar, mar em que tanto viajou
mas também onde teve o acidente que lhe roubou a juventude e a vida. Desde
então que Ramón luta pelo direito a pôr termo à vida dignamente, luta pelo
direito à eutanásia. A chegada de duas mulheres à sua vida alterará a sua
existência: Julia é uma advogada que está disposta a apoiar a sua luta a favor
da eutanásia, Rosa, uma vizinha que não desiste enquanto não o convencer que
viver vale a pena.
3. Argo
Foi a primeira vez
que assisti. Já tinha ouvido falar muito bem do filme e resolvi alugar.
A história te prende o tempo todo. Muito bom!
1979. O Irã está em
ebulição, com a chegada ao poder do aiatolá Khomeini. Como o antigo xá ganhou
asilo político nos Estados Unidos, que haviam apoiado seu governo de opressão
ao povo iraniano, há nas ruas de Teerã diversos protestos contra os americanos.
Um deles acontece em frente à embaixada do país, que acaba invadida. Seis
diplomatas americanos conseguem escapar do local pouco antes da invasão, indo
se refugiar na casa do embaixador canadense. Lá eles vivem durante meses, sob
sigilo absoluto, enquanto a CIA busca um meio de retirá-los do país em
segurança. A melhor opção é apresentada por Tony Mendez (Ben Affleck), um
especialista em exfiltrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja
utilizada como fachada para a operação. Aproveitando o sucesso de filmes como
"Guerra nas Estrelas" e "A Batalha do Planeta dos Macacos",
a ideia é criar um filme falso, a ficção científica Argo, que usaria as
paisagens desérticas do Irã como locação. O projeto segue adiante com a ajuda do
produtor Lester Siegel (Alan Arkin) e do maquiador John Chambers (John
Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood.
4. Intocáveis
Lindo, lindo, lindo!
Leve, divertido e bonito.
Philippe (François
Cluzet) é um aristocrata rico que, após sofrer um grave acidente, fica
tetraplégico. Precisando de um assistente, ele decide contratar Driss (Omar
Sy), um jovem problemático que não tem a menor experiência em cuidar de pessoas
no seu estado. Aos poucos ele aprende a função, apesar das diversas gafes que
comete. Philippe, por sua vez, se afeiçoa cada vez mais a Driss por ele não
tratá-lo como um pobre coitado. Aos poucos a amizade entre eles se estabele,
com cada um conhecendo melhor o mundo do outro.
5. Trainspotting
Ni fu ni fa. Não chega a ser ruim, mas também não é um filmaço.
Conta a história (bem maluca) sobre a vida de jovens amigos viciados em heroína.
O filme conta a vida de um grupo de jovens viciados em heroína em Edimburgo, na Escócia.
O filme nasceu da adaptação de John Hodge para o romance homônimo.
Num subúrbio de Edimburgo, quatro jovens sem perspectivas mergulham no submundo para manter seu vício pela heroína.
Os amigos caminham inexoravelmente para o fim desta amizade e, simultaneamente marcham para a auto-destruição.
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