Outro dia, andando pela Augusta, dei uma olhada nos filmes dos camelôs "alternativos" e me deparei com o documentário Dzi Croquettes. Primeiro a capa me chamou atenção, depois o resumo que dizia ser sobre um grupo de homens vestidos de mulher, dançando semi nus, em plena ditadura. Comprei e hoje finalmente consegui assistir.
Eu gosto bastante de documentários e adorei esse! A história é muito interessante, conta a trajetória do grupo de 13 atores / dançarinos / cantores, enfim artistas muito talentosos. Marília Pêra, Ney Matogrosso, Claudia Raia, Miele, Nelson Motta entre outros dão mais detalhes sobre a importância do grupo. Dos 13 integrantes apenas 5 estão vivos.
Daí fiquei pensando, eu nunca tinha ouvido falar nesse grupo. Eles eram talentosíssimos, modernos, ousados, numa época em que nada era permitido. Eles inovaram, provocaram, divertiram, enfim, deixaram sua marca na história brasileira. Se eu não tivesse parado no camelô pra dar uma olhada nos filmes - e eu quase nunca paro - não teria conhecido a história dos Dzi.
Quase não há divulgação a respeito das coisas "culturais".
É uma pena que isso aconteça o tempo todo. Quando fui assistir Lóki, sobre o Arnaldo Baptista, tinha eu e mais três pessoas na sala do cinema, e as pessoas enfrentam filas enormes para ver filmes de importância tão inferior.............
A conclusão final é ainda mais triste, hoje, no Brasil não há nada, absolutamente NADA, que se aproxime da ousadia, deboche, talento, humor e inteligência do Dzi Croquettes.
Uma pena.
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domingo, 19 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Barcelona
Já que não posso estar lá nesse momento, envio essa foto, sendo a única maneira que encontrei de matar um pouco a saudade....
Faltam 13 dias...............
segunda-feira, 30 de julho de 2012
..
Ninguém é obrigado a ir com a cara de ninguém. Isso é um fato. Mas algumas situações na vida requerem educação, pra dizer o mínimo. Se você acha que tem motivo pra não gostar de outra pessoa, é um direito seu. Agora fazer a pessoa se sentir mal por uma insegurança sua, não me parece certo. Ninguém deveria se sentir um monstro sem ter feito nada que justificasse esse sentimento. Afastar a pessoa de várias outras por capricho e insegurança me parece muita sacanagem. E não cumprimentar uma pessoa não faz com que ela não exista, apenas faz com que uma situação seja tão ridícula, que chega a ser triste. Já que a convivência é obrigatória, um pouquinho de boa vontade e educação, vem bem a calhar, não é mesmo?
terça-feira, 24 de julho de 2012
Grana ou Felicidade?
Esses dias eu fiquei pensando, porque quando ouvimos dizer que alguém é bem sucedido pensamos logo em grana e não necessariamente em felicidade? Quando foi que os valores começaram a mudar dessa maneira? E ainda, será possível ser feliz sem ter muito dinheiro?
Ando pensando bastante nesse assunto. Eu estudei Letras/Tradução na faculdade, por gostar muito de línguas, literatura, linguística etc. mas nunca trabalhei nessa área, acabei indo trabalhar com comércio exterior por conta do inglês e do salário melhor. Durante um tempo trabalhei satisfeita e motivada, fui promovida várias vezes e continuei nessa área. Mas agora chegou um momento que eu não estou aguentando mais. Sério. A rotina, papelada, hierarquia, horários, enfim, todas essas chatices.
Fico ouvindo história de pessoas que trabalham com outras coisas e fico sonhando em ter a vida delas. Pessoas que trabalham com turismo, com música, bar, sei lá, qualquer coisa mais descontraída que eu consigo me relacionar melhor. Estou ficando com muita vontade de trabalhar com algo que eu gosto, mesmo que isso signifique ganhar menos.
O dinheiro trás um conforto e uma certa segurança, mas nada além disso. Estou com vontade de arriscar. Vontade de me sentir mais realizada e feliz.
Vamos ver.
Ando pensando bastante nesse assunto. Eu estudei Letras/Tradução na faculdade, por gostar muito de línguas, literatura, linguística etc. mas nunca trabalhei nessa área, acabei indo trabalhar com comércio exterior por conta do inglês e do salário melhor. Durante um tempo trabalhei satisfeita e motivada, fui promovida várias vezes e continuei nessa área. Mas agora chegou um momento que eu não estou aguentando mais. Sério. A rotina, papelada, hierarquia, horários, enfim, todas essas chatices.
Fico ouvindo história de pessoas que trabalham com outras coisas e fico sonhando em ter a vida delas. Pessoas que trabalham com turismo, com música, bar, sei lá, qualquer coisa mais descontraída que eu consigo me relacionar melhor. Estou ficando com muita vontade de trabalhar com algo que eu gosto, mesmo que isso signifique ganhar menos.
O dinheiro trás um conforto e uma certa segurança, mas nada além disso. Estou com vontade de arriscar. Vontade de me sentir mais realizada e feliz.
Vamos ver.
sábado, 14 de julho de 2012
1 ano sem carro! I´ve made it ;)
E lá se foi um ano que eu vendi meu carro....
Realmente o tempo voa.
Eu adoraria fazer um texto enorme falando sobre as mil vantagens de não ter carro, mas ele não seria sincero.
Carro faz falta as vezes, mas não foi tão ruim quanto eu imaginava ficar sem.
Será que eu consigo completar mais um ano sem carro?
--//--
Não consigo parar de cantar (berrar) essa música, ela é SENSACIONAL!!!!!!!!
Realmente o tempo voa.
Eu adoraria fazer um texto enorme falando sobre as mil vantagens de não ter carro, mas ele não seria sincero.
Carro faz falta as vezes, mas não foi tão ruim quanto eu imaginava ficar sem.
Será que eu consigo completar mais um ano sem carro?
--//--
Não consigo parar de cantar (berrar) essa música, ela é SENSACIONAL!!!!!!!!
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Desejo
Ele me olha daquele jeito que torna palavras desnecessárias. Coça a barba e inclina a cabeça pro lado.
O que sentimos um pelo outro é difícil de explicar.
Além de amor, carinho, parceria, consideração, tem algo muito maior. A-tra-ção.
Muita.
Quando estamos sozinhos no mesmo ambiente é difícil ficar longe.
Ou pensar em outra coisa.
O seu cheiro é o meu favorito. No universo.
Mais do que querer você, eu te desejo.
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