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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Cápsula do Tempo - 2009

Vanel e eu somos amigas desde 1993, ou seja, quando o Galvão gritou É TETRA! É TETRA! Nós já andávamos juntas. Pois bem, morávamos no mesmo prédio, depois estudamos no mesmo colégio e trabalhamos juntas em 4 empresas - inclusive na atual. Acontece que em 2009 nos ocorreu fazer um email, tipo cápsula do tempo, que a gente só deveria abrir em 2016. O tempo - como sempre - passou voando e hoje finalmente abrimos o email que escrevemos há 7 anos.
Muitas coisas que a gente planejava na época aconteceram - fomos pra Salvador e fizemos intercâmbio, por exemplo - e outras mudaram completamente, namoros terminaram, amigos se afastaram e a vida seguiu caminhos inesperados . Foi muito gostoso ver como a gente era e o jeito que a gente pensava. Tanto que amanhã vamos escrever outro email para abrirmos só em 2023.
Que coisa maravilhosa! Sério! Acho que todo mundo deveria fazer isso com algum amigo. Minha noite foi uma delícia!! Obrigada Vanessa Macieri, pelos tantos anos de amizade e por topar essas ideias junto comigo!! <3  Emoticon heart

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Enfim 30



Esse ano foi tão maluco e tão corrido que eu acabei nem vindo aqui falar dos meus 30 anos, mas tudo bem, porque falei disso no facebook e no instagram e também porque ainda estou vivendo essa idade, posso fazer um texto quando completar 31! rs

O que eu realmente preciso falar é sobre o livro que ganhei de aniversário, ele se chama Enfim 30 - Um livro para não entrar em crise, da Jana Rosa e Camila Fremder.

Levei um mês mais ou menos pra ler esse livro pelos mesmos motivos de ter escrito tão pouco no blog esse ano, correrias e maluquices, o importante é que terminei de ler hoje e vim aqui correndo dar essa dica.

O livro é leve e engraçado, aborda assuntos como o retorno de Saturno - que eu fiquei interessadíssima por sinal - além de questões do dia a dia de qualquer mulher de 30, tais quais usar ou não botox, usar ou não apps de paquera, 30 é a idade para casar e ter filhos?, vida adulta e muitas outras coisas.

Dei muita risada com esse livro e me lembrei de algumas coisas óbvias, mas que a gente acaba se esquecendo como: cada um por ser o que quiser, quando quiser e apenas se quiser.

É ótimo e me ajudou a aceitar meus 30 anos de uma maneira mais leve. Tá recomendado!

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Aproveitando o ensejo, aproveito pra desejar um ótimo Natal pra todo mundo, que esse final de ano seja tranquilo e que 2016 possa ser divino maravilhoso pra todos nós. Um abraço e um beijo!

domingo, 20 de dezembro de 2015

.2015.

Nesse dois mili quinze teve de tudo:
teve samba
teve pré-Carnaval
e teve Carnaval
teve Vai Vai Campeã em São Paulo
e teve Rio de Janeiro
Teve amiga no Big Brother
e teve bate volta pro Rio de Janeiro
teve mais samba
teve encontros
teve desencontros
teve show do Caetano na choperia do Sesc Pompéia
e teve amor
teve desamor
e teve chororô
e teve mimimi
e como teve!
teve Cunha
teve feminismo
teve amigos
teve rolês infinitos
teve bar com carne louca
teve o samba do grande amor,
MENTIRA!
teve Jout Jout
teve Liniker
teve demissão
teve Las Vegas
teve felicidade
teve mudança de casa
teve trampo novo
teve muito seriado
e alguns livros
teve conversas infinitas
teve sorriso frouxo
teve Ritmo Quente no Vivo Open Air
teve cabeça fritando de tanto pensar
teve mudança de lado
não teve golpe
teve show do Los Hermanos
teve paixão
e teve catuaba
teve busca vida
e teve vida
teve vida pra caralho

Fernanda
20.12.15


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

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te conhecer foi como voltar a viver
você não tem idéia do bem que me fez
e do mal

você não quis se despedir
mas foi embora
mesmo assim.

Fernanda
23.11.2015

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Let´s live a little

Bom, acontece que nessa semana completou um mês que eu sai do trabalho. Aquela fase meio amarga já passou e eu aproveitei pra fazer muita coisa que eu tava enrolando ou realmente não tinha tempo pra fazer, tipo ler, ver filmes, visitar amigos, viajar... Nos últimos dias tenho me sentido muito bem, porque tenho feito várias coisas que me fazem feliz. E aí me peguei pensando que por mais que eu esteja em uma situação tranquila (moro com os meus pais) e que em breve eu comece a me preocupar com dinheiro - é maravilhosa essa sensação de estar vivendo, nem que seja por um curto período de tempo. Deixei um pouco de lado as preocupações, as frustrações, as ansiedades e me permiti desacelerar e viver. Que delícia é viver!


quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Não era amor, era costume.

As vezes a gente gosta de alguma coisa e as vezes a gente acha que gosta. Só acha, porque no fundo a gente não gosta de verdade. Eu por exemplo, achava que gostava muito da última empresa onde trabalhei, mas agora que faz quase três semanas que eu sai de lá eu percebo que eu não gostava tanto assim, porque não estou sentindo falta e nem querendo voltar.

Isso acontece as vezes com pessoas também. Tem gente que você acha que gosta e se relaciona durante um tempo. Mas depois, a pessoa vai viajar e fica um tempo fora e você ao invés de sentir falta, se sente aliviado e aí você percebe que não gostava tanto assim.

Era costume.

E aí quando a gente desacostuma, não sobra mais nada.


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Que horas ela vem me visitar?

Acabei de assistir "Que horas ela volta?" e por coincidência, hoje é aniversário da Má, a minha Val.
Me identifiquei muito com o filme, a relação que eu e meu irmão tínhamos com a Má é muito parecida com a relação que o Fabinho tem com a Val.

Lembrei de muitas coisas que vivemos juntos, muitas aventuras, muita confusão, muita treta entre eu e o meu irmão e muita paciência que a Má tinha que ter com a gente. O carinho que ela sempre teve com a gente e que ela demonstrava não só com abraços e beijos, mas também fazendo as nossas comidas preferidas, ouvindo as nossas histórias, se preocupando com a gente.

Até meus 14, 15 anos a Má cortava meus bifes em pedacinho. E eu falava: - Má, já tô grande, pode parar de cortar. Ela me olhava e ria e continuava cortando mesmo assim.

Enquanto meus pais trabalhavam, era a Má que ficava com a gente, que participava da nossa rotina e nos dava muita atenção. Era ela quem separava as nossas brigas e que passava um pano quando a gente aprontava. Ela defendia a gente sempre, mesmo quando a gente não merecia.


Nunca gritou com a gente, nem chamou atenção nem nada. Ela só ouvia e dava risada. Era como se a Má fosse uma mistura de mãe e amiga ao mesmo tempo.

Quando fui viajar a primeira vez, fiquei morrendo de saudade da Mázinha e ligava pra falar com ela uma vez por semana e ela sempre perguntava se eu não tinha medo de ir pra outro país tão longe, sozinha.

Lembro também quando voltei da Inglaterra, depois de ter ficado um mês viajando -  falei pra minha mãe que estava morrendo de vontade de comer feijoada. Por volta das 10 horas eu já estava em casa e como no fuso horário Inglês já eram 15 horas, cheguei pronta pra almoçar. Fiz meu prato e enquanto comia, ela me olhava com curiosidade até que finalmente disse: Essa viagem fez bem pra essa menina? Tá comendo feijoada as 10 horas da manhã. É assim que eles comem por lá? :)))))))

Por mais que eu fizesse bosta e me sentisse a pior pessoa, ela sempre me colocava pra cima e me tratava como se eu fosse a pessoa mais inteligente do mundo. E é muito incrível ter alguém que faça isso por você.

Foram muitas aventuras, lembro quando comprei meu primeiro carro e não sabia dirigir direito, mas fiz questão de levar a Má pra dar uma voltinha. Cada vez que o carro morria ela começava a rezar, morrendo de medo de eu bater o carro. Numa outra vez, não fui pro colégio e fiquei escondida dentro do guarda-roupa, quando ela abriu a porta pra guardar o travesseiro, eu pulei com tudo pra fora e quase matei a coitada do coração.

Sempre me lembro dela com muito carinho e muito amor. Deus foi um cara muito legal de ter colocado ela na nossa vida e por isso eu vou ser eternamente grata. As vezes tenho vontade de colocar a Má dentro de um potinho pra que nada de ruim, nunca aconteça com ela.

Sei que já escrevi sobre a Má aqui outras vezes, mas hoje eu precisava vir aqui.

Feliz Aniversário Mázinha. Eu te AMO mais do que qualquer coisa nessa minha vida e acho que você nem suspeita a importância que você tem e o carinho enorme que eu tenho por você. Não tenho como agradecer todas as muitas horas nesses quase 30 anos que você dedicou a gente. Obrigada do fundo do meu coração, sou uma pessoa muito mais feliz por ter te conhecido e por ter convivido tanto tempo com você. AMO muito e estou morrendo de saudade e quero saber quando a senhorita finalmente virá me visitar!



Aproveitando o ensejo, o filme "Que horas ela volta?" está em exibição em várias salas em SP e o filme vale muito a pena. Estou com a cara inchada de chorar até agora. É maravilhoso!!